Primeiro estudante de convênio da UFRJ na cidade de Mozart
por Csilla Banfoldy
Rio de Janeiro - Salzburg
Rafael, primeiramente, seja bem-vindo a Salzburg, como primeiro estudante do intercâmbio de nossa Universidade com a UFRJ, na área de comunicação e Romanística. De onde você vem?
Obrigado, eu me chamo Rafael Mattos, venho do Rio de Janeiro, estudo comunicação com habilitação em Rádio e TV na UFRJ. Tenho 20 anos, venho de uma família com descendência alemã. Meus avós são do sul do Brasil. Estudo alemão faz um ano e meio e gosto muito. Acho até fácil. Acho até que para um austríaco aprender português seria mais difícil. Temos mais verbos, milhões de excessões, etc...
Então você acha que alemão é mais matemático?
Sim, exatamente!
Conte-nos o que o levou, ou melhor o trouxe para estudar na Áustria?
Ao informar-me no Departamento de Relações Internacionais da UFRJ, sobre um país de fala alemã, constatei que a Áustria, minha segunda opção é que seria víavel; pois só ela tinha intercâmbio. E agora estou bem feliz, por as coisas terem dado certo dessa forma.
Não dá para comparar Rio de Janeiro/Brasil com Salzburg/Áustria, pois são cidades completamente diferentes. Mas conte-nos sobre as suas primeiras impressões de Salzburg.
Fiquei bastante surpreso, pois não conhecia, e imaginei-a menor.
Fale-nos um pouco sobre o intercâmbio. Quanto tempo durou o processo todo? Teve muita burocracia?
É, na verdade sim. O processo todo começou em maio. O primeiro passo foi enviar uma carta para a Universidade de Salzburg; candidatando-me; enquanto esperava a resposta; fui adiantando os papeis junto ao consulado, uma lista enorme onde asseguram-me que eu precisava sair do Brasil, com o visto; o que não é na verdade na prática. Você só entrega os documentos solicitados e recebe o visto aqui, na Áustria. Essa parte é bastante confusa e demorada. Eu recomendo muita atenção do candidato.
Mais dificuldades?
Sim, as taxas. Tive que pagar uma taxa lá e depois a mesma taxa aqui. Agora vou ver se consigo recuperar o valor pago no Brasil.
Fale-nos sobre os cursos que você está freqüentando?
Não pré-planejei nada, não tinha informações objetivas das possibilidades.
Mas nosso grade de cursos pode ser vista meses antes pela Internet.
Isso eu não sabia. E tive dificuldades para escolher lá ainda no Brasil; pois quase tudo é em alemão.
A UFRJ reconhecerá as disciplinas aqui cursadas?
Sim, em cada Faculdade existe um professor responsável pela equivalência de curso. No meu caso, é o Prof. José Henrique da ECO – Escola de Comunicação.
Falemos agora sobre o turismo na Áustria. O que você já viu?
Naturalmente Salzburg, e tudo que se possa fazer a pé, por ex. a montanha
“Kapuzinerberg” na cidade. Não visitei todos os museus porque estou esperando a visitada da minha família e alguns amigos e assim visitaremos juntos. Estive na montanha “Grossglockner” à convite da Elóide. Achei muito legal, principalmente o caminho que é muito lindo.
É idílico, não é?
Completamente. Com certeza voltarei lá com todas as minhas visitas! Quero ir a Viena, ao Tirol e tudo que puder da Áustria. Também gostaria de ir à Itália e Alemanha.
O que você acha que o intercâmbio lhe acrescenterá?
Uma outra cultura. Eu tenho um ano para ficar aqui, mas acho que será pouco, assim só quero viver o que for bom; já ouvi pessoas reclamando daqui. Até agora só posso elogiar, o que tenho visto me agrada, por exemplo, a educação e respeito do povo. São mais fechados e, é lógico, sinto falta do calor das pessoas do Brasil. Mas, particularmente, nada tenho a dizer até sobre isso, pois o convívio com o pessoal da faculdade tem sido muito caloroso!
Ok, Rafael! Bem-vindo mais uma vez e agradeço pela entrevista.
Eu é que agradeço!
Rio de Janeiro - Salzburg
Rafael, primeiramente, seja bem-vindo a Salzburg, como primeiro estudante do intercâmbio de nossa Universidade com a UFRJ, na área de comunicação e Romanística. De onde você vem?
Obrigado, eu me chamo Rafael Mattos, venho do Rio de Janeiro, estudo comunicação com habilitação em Rádio e TV na UFRJ. Tenho 20 anos, venho de uma família com descendência alemã. Meus avós são do sul do Brasil. Estudo alemão faz um ano e meio e gosto muito. Acho até fácil. Acho até que para um austríaco aprender português seria mais difícil. Temos mais verbos, milhões de excessões, etc...
Então você acha que alemão é mais matemático?
Sim, exatamente!
Conte-nos o que o levou, ou melhor o trouxe para estudar na Áustria?
Ao informar-me no Departamento de Relações Internacionais da UFRJ, sobre um país de fala alemã, constatei que a Áustria, minha segunda opção é que seria víavel; pois só ela tinha intercâmbio. E agora estou bem feliz, por as coisas terem dado certo dessa forma.
Não dá para comparar Rio de Janeiro/Brasil com Salzburg/Áustria, pois são cidades completamente diferentes. Mas conte-nos sobre as suas primeiras impressões de Salzburg.
Fiquei bastante surpreso, pois não conhecia, e imaginei-a menor.
Fale-nos um pouco sobre o intercâmbio. Quanto tempo durou o processo todo? Teve muita burocracia?
É, na verdade sim. O processo todo começou em maio. O primeiro passo foi enviar uma carta para a Universidade de Salzburg; candidatando-me; enquanto esperava a resposta; fui adiantando os papeis junto ao consulado, uma lista enorme onde asseguram-me que eu precisava sair do Brasil, com o visto; o que não é na verdade na prática. Você só entrega os documentos solicitados e recebe o visto aqui, na Áustria. Essa parte é bastante confusa e demorada. Eu recomendo muita atenção do candidato.
Mais dificuldades?
Sim, as taxas. Tive que pagar uma taxa lá e depois a mesma taxa aqui. Agora vou ver se consigo recuperar o valor pago no Brasil.
Fale-nos sobre os cursos que você está freqüentando?
Não pré-planejei nada, não tinha informações objetivas das possibilidades.
Mas nosso grade de cursos pode ser vista meses antes pela Internet.
Isso eu não sabia. E tive dificuldades para escolher lá ainda no Brasil; pois quase tudo é em alemão.
A UFRJ reconhecerá as disciplinas aqui cursadas?
Sim, em cada Faculdade existe um professor responsável pela equivalência de curso. No meu caso, é o Prof. José Henrique da ECO – Escola de Comunicação.
Falemos agora sobre o turismo na Áustria. O que você já viu?
Naturalmente Salzburg, e tudo que se possa fazer a pé, por ex. a montanha
“Kapuzinerberg” na cidade. Não visitei todos os museus porque estou esperando a visitada da minha família e alguns amigos e assim visitaremos juntos. Estive na montanha “Grossglockner” à convite da Elóide. Achei muito legal, principalmente o caminho que é muito lindo.É idílico, não é?
Completamente. Com certeza voltarei lá com todas as minhas visitas! Quero ir a Viena, ao Tirol e tudo que puder da Áustria. Também gostaria de ir à Itália e Alemanha.
O que você acha que o intercâmbio lhe acrescenterá?
Uma outra cultura. Eu tenho um ano para ficar aqui, mas acho que será pouco, assim só quero viver o que for bom; já ouvi pessoas reclamando daqui. Até agora só posso elogiar, o que tenho visto me agrada, por exemplo, a educação e respeito do povo. São mais fechados e, é lógico, sinto falta do calor das pessoas do Brasil. Mas, particularmente, nada tenho a dizer até sobre isso, pois o convívio com o pessoal da faculdade tem sido muito caloroso!
Ok, Rafael! Bem-vindo mais uma vez e agradeço pela entrevista.
Eu é que agradeço!

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