Rio ambíguo

por Max Kaltner
O Rio de Janeiro, ex-capital do Brasil, conhecida como a cidade maravilhosa. Quando se fala no Rio de Janeiro, muita gente, sobretudo os turistas, pensa logo no Rio dos postais. Vêem as praias da zona sul, as mulheres mais belas do mundo, as garotas de Ipanema, e ouvem músicas do Tom Jobim, ... Lembranças de um tempo passado. Mas os tempos mudaram. Talvez ainda se encontrem lugares onde se pode curtir tudo isso. Certamente ainda hoje tem muita gente desfrutando de um belo dia de sol nas praias do Rio, mas basta consultar os guias turísticos. Quase cada um dos guias atuais aconselha os turistas de não levar objetos de valor ao sair e de não sair só à noite. Nos lugares turísticos das cidade o risco de um tiroteio não é muito alto, somente pode ver-se confrontado com um ladrão ou assaltante que quer algum dinheiro.
A violência e a delinquência porém, encontram-se nas favelas vizinhas do Rio. Não quer isso dizer que cada habitante da favela seja um criminoso, muitos dos artistas e dos músicos vem de lá. Até o carnaval, a festa mais popular do Brasil, e muito conhecido no estrangeiro, tem suas origens na favela. Mas, como sempre, a moeda tem dois lados. A polícia não consegue tratar dos crimes e se torna cúmplice sendo corrupta. Por isso, existe o BOPE, o Batalhão de Operações Especiais, que é a tropa de elite da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ). Sente-se a conotação da guerra e não é muito despropositado pensar nisso, porque o procedimento do BOPE é assim. O brasão mostra uma caveira, uma espada e quatro revólveres. Às vezes soa cruel o trabalho deles e também é, mas a cidade não vê outro remédio. Optaram pelo menor dos males, será a melhor das possibilidades?
O turista não vai notar muito do BOPE. Só quem mora mais tempo no Rio vai ouvir de vez em quando a sirene e alguns tiros. A delinquência não se expande muito, fica localizada nas favelas onde vivem os traficantes. No entanto, estão procurando clientes da cidade, das camadas mais elevadas. Para esse fim, eles organizam os assim chamados Bailes Funk nas áreas urbanas para que também moradores dos bairros nobres tenham acesso. Os traficantes vendem suas drogas e fazem propaganda e como estão armados, basta pouco para abalá-los. Por consequência, muitos bailes degeneraram em conflitos violentos e já foram proibidos. Apesar disso, tem que ter cuidado com estas festas, porque a proibição nem os impede.
Para finalizar, diria que o Rio, como qualquer outra cidade tem suas vantagens e desvantagens. Tem-se que saber por onde se pode andar e por onde é melhor não. Com a cautela adequada e com um pouco de boa sorte não acontecerá nada de mal. Faça então sua escolha, ou vá para o Rio ou o evite e perderá a chance de conhecê-lo. Seja esperto!
A violência e a delinquência porém, encontram-se nas favelas vizinhas do Rio. Não quer isso dizer que cada habitante da favela seja um criminoso, muitos dos artistas e dos músicos vem de lá. Até o carnaval, a festa mais popular do Brasil, e muito conhecido no estrangeiro, tem suas origens na favela. Mas, como sempre, a moeda tem dois lados. A polícia não consegue tratar dos crimes e se torna cúmplice sendo corrupta. Por isso, existe o BOPE, o Batalhão de Operações Especiais, que é a tropa de elite da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ). Sente-se a conotação da guerra e não é muito despropositado pensar nisso, porque o procedimento do BOPE é assim. O brasão mostra uma caveira, uma espada e quatro revólveres. Às vezes soa cruel o trabalho deles e também é, mas a cidade não vê outro remédio. Optaram pelo menor dos males, será a melhor das possibilidades?
O turista não vai notar muito do BOPE. Só quem mora mais tempo no Rio vai ouvir de vez em quando a sirene e alguns tiros. A delinquência não se expande muito, fica localizada nas favelas onde vivem os traficantes. No entanto, estão procurando clientes da cidade, das camadas mais elevadas. Para esse fim, eles organizam os assim chamados Bailes Funk nas áreas urbanas para que também moradores dos bairros nobres tenham acesso. Os traficantes vendem suas drogas e fazem propaganda e como estão armados, basta pouco para abalá-los. Por consequência, muitos bailes degeneraram em conflitos violentos e já foram proibidos. Apesar disso, tem que ter cuidado com estas festas, porque a proibição nem os impede.
Para finalizar, diria que o Rio, como qualquer outra cidade tem suas vantagens e desvantagens. Tem-se que saber por onde se pode andar e por onde é melhor não. Com a cautela adequada e com um pouco de boa sorte não acontecerá nada de mal. Faça então sua escolha, ou vá para o Rio ou o evite e perderá a chance de conhecê-lo. Seja esperto!

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