Gato na chuva

por Alexandra Jindrak
Pingos, pingos e mais pingos.
As nuvens negras e cheias de água perdem a sua bagagem,
ela cai na terra e corre até os lagos, dos rios até ao mar.
Fazem viagens grandes e às vezes queria fazê-las também.
Quando chove, o céu chora.
Pingos, pingos, pingos.
A natureza pode matar a sua sede,
as plantas podem beber quanto querem e precisam.
A água restante pinta poças, pequenos quadros e espelhos no chão.
Quando chove, o céu nos dá água para beber.
Pinga, pinga, pinga.
Gosto do leitinho que o meu dono me dá,
do calor da casa e das pessoas que cuidam de mim,
são como um guarda-chuva colorido que me protege.
Quando chove, não tenho de ter medo da solidão.
Pingos, pingos, pingos.
As lágrimas que choram quando não volto em casa,
o meu espírito livre que me obriga a sair
de vez em quando com o sol que sorri.
Quando chove, sinto a saudade da natureza e o amor que me contorna.
As nuvens negras e cheias de água perdem a sua bagagem,
ela cai na terra e corre até os lagos, dos rios até ao mar.
Fazem viagens grandes e às vezes queria fazê-las também.
Quando chove, o céu chora.
Pingos, pingos, pingos.
A natureza pode matar a sua sede,
as plantas podem beber quanto querem e precisam.
A água restante pinta poças, pequenos quadros e espelhos no chão.
Quando chove, o céu nos dá água para beber.
Pinga, pinga, pinga.
Gosto do leitinho que o meu dono me dá,
do calor da casa e das pessoas que cuidam de mim,
são como um guarda-chuva colorido que me protege.
Quando chove, não tenho de ter medo da solidão.
Pingos, pingos, pingos.
As lágrimas que choram quando não volto em casa,
o meu espírito livre que me obriga a sair
de vez em quando com o sol que sorri.
Quando chove, sinto a saudade da natureza e o amor que me contorna.

1 Comments:
simplesmente lindo
poder ver com os olhos de um gato.
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